Pular para conteúdo Pular para menu de navegação
Voltar
jul 02, 2018

Novidades

Desmascarando os mitos sobre a proteção solar | Parte 2

Por que não devemos diferenciar filtros apenas como Físicos e Químicos?

 

 Ao longo dos anos a indústria de cosméticos passou a diferenciar filtros solares solúveis e partículas insolúveis, agrupando-os em dois tipos de filtros UV: "físicos" e "químicos". Essa classificação foi bem aceita durante quase todo o século XX, em grande parte pela existência de moléculas orgânicas solúveis e moléculas inorgânicas insolúveis (dióxido de titânio e óxido de zinco), mas pensar nelas dessa maneira levou muitas pessoas a entenderem de forma errada como o filtro solar funciona e como o protetor solar realmente protege a pele.

Especialistas continuam a propagar nas mídias essa maneira de diferenciar os filtros, afirmando frequentemente que os filtros químicos funcionam absorvendo raios UV, enquanto os filtros físicos funcionam por espalhamento ou dispersão e, principalmente, pela reflexão da luz.

Mas a verdade, é que os filtros UV bloqueiam diferentes comprimentos da onda por meio de mecanismos simultâneos.

Alguns protetores solares que contém filtros "físicos" - geralmente dióxido de titânio (TiO2) e óxido de zinco (ZnO) - embora tenham propriedades de dispersão e reflexão, em grande parte promovem a proteção por suas propriedades eletrônicas, semelhantes aos filtros orgânicos, ou seja, absorvendo luz e transformando em outra forma de energia (1,2). Assim, pode-se dizer que a ênfase na dispersão e reflexão é tecnicamente incorreta, já que os bloqueadores "físicos" também absorvem os raios UV.

Verdade seja dita, as propriedades de reflexão e dispersão do dióxido de titânio (TiO2) e do óxido de zinco (ZnO) no filtro solar são até certo ponto indesejáveis quando não formulados de forma adequada, devido ao efeito branco residual que pode ser minimizado apenas quando partículas menores de 100 nanômetros são utilizadas, minimizando a proteção contra comprimentos de ondas maiores que a luz ultravioleta.

 

FATO:

Então, quanto dessas propriedades refletivas e de dispersão nos filtros UV "físicos" contribuem para uma proteção eficaz da nossa pele? A resposta é: de acordo com publicações acadêmicas, não é mais do que surpreendentes 15%(2)!  

Então, se você escutar alguém afirmando que os filtros "físicos" bloqueiam apenas os raios UV, desconfie dessa informação!

Uma nova proposta de definição e classificação deveria mencionar filtros orgânicos solúveis e filtros particulados.

 

Filtros Tinosorb® A2B e Tinosorb® M 

Os filtros da BASF Tinosorb® A2B e Tinosorb® M são moléculas orgânicas particuladas, praticamente insolúveis, que possuem todas as propriedades dos filtros “químicos” e físicos, mas com desempenho otimizado. São filtros pioneiros no mercado utilizando a tecnologia de partículas microfinas orgânicas para atuar como um micropigmento e absorvedor de luz UV.

É altamente eficiente por causa de sua tripla ação:

1. Absorve alta intensidade de luz UV pelas suas moléculas orgânicas fotoestáveis;

2. Dispersa a luz por sua estrutura microfina;

3. E reflete a luz por essa mesma estrutura.

 

Interessado em aprender mais?

Entre em contato pelo e-mail: shop@basf.com.

Confira também nossas novidades em BASF Care Creations – Proteção Solar

Novidades relacionadas

Mito #1 - Fórmula de protetor solar com alto FPS

 

Referências:

1.     Schlossmann D., et al. Sunscreens-regulations and commercial development, cosmetic science and technology, 3rd ed, Series 28. Boca Raton, FL: Taylor &Francis,2005,239-279

 

2.     Cole C, Shyr T, Ou-Yang H (2016) Metal oxide sunscreens protect skin by absorption not by reflection or scattering. Photodermatol Photoimmunol Photomed 32(1): 5–10

 

®/TM - Marca registrada. Todos os direitos reservados.